Infelizmente, tudo é dinheiro nesse país, inclusive, cura moléstias sentimentais e outras "coisas" a mais. Posiciono-me na necessidade de reforma na Lei de alimentos com o objetivo de assegurar o direto à criança e não a genitora ou genitor dela. Mas hoje, até para entrar com ação de prestação de contas (alimentos) é um problema, de modo que, numa proporção muito grande, os alimentos (dinheiro) não são destinados em sua totalidade à criança, por isso, uma reforma na Lei seria uma alternativa, por exemplo, independentemente de quem obtivesse a guarda, também deveria depositar mensalmente a pensão e só poderia utilizar aquele dinheiro meio de um cartão, ficando registrado aonde fora e para qual o fim fora utilizado a pensão. Enfim, apenas uma contribuição para que vejamos os pais (alimentantes), como bancos.